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Sabado, 23/09/2017
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Crianças de 7 a 12 anos

As melhores dicas reunidas, desde a fase dos "porquês" até a pré-adolescência.

Bullying “O Perfil do Agressor” e o que o leva à praticar

“Um garoto de 10 anos que precisa agredir, humilhar,  dominar, envergonhar o outro, certamente deve ter experimentado passivamente tais situações e agora as repete sobre a vida do colega de escola aquilo que experimentou em algum tempo de sua vida.

O agressor também apresenta grandes dificuldades que se resume em não tolerar a dor, e portanto pouca abertura para  brincar,  amar e ser feliz.

Sabemos que a impulsividade de uma criança precisa ser barrada e cabe aos pais construir um ambiente onde a criança possa compreender as vantagens de abandonar hábitos infantis e impulsivos na busca pela alegria e pelo prazer.
As crianças são sedutoras e devem ser, mas esta sedução precisa falhar para dar acesso ao limite de sua própria força, conquista e de domínio”, diz o Psiquiatra Paulo Santos.

A Profa. do Depto. de Neurologia Infantil da USP, Maria Valeriana Moura Ribeiro, fala o quanto é importante, concretizar ações afetivas com a criança desde o 4º mês gestacional. Pois as construções neurológicas e psicológicas delas, já estão prontas ultra útero. É necessário zelar pelas condições gestacionais e isso pouco acontece, comenta a doutora.

Se o filho não aprende em casa, a vida trata de ensiná-lo, e esse ensinamento na maioria das vezes, não é o caminho certo.

A vítima e suas consequências

O psiquiatra  Paulo Santos, diz que a criança ou o adulto vítima desta competição pelo poder por meio de métodos tiranos tem sua auto estima atacada,  sua autonomia  e expressão ficam completamente cerceada. Desânimo, tristeza, crises de choro, irritabilidade, dificuldade para aprender, impotência, e até suicídio podem acontecer quando a situação se arrasta por longos anos.

Além de conviver com um estado constante de pavor, as vítimas de bullying talvez sejam as que mais sofrem com a rejeição, isolamento, humilhação, a tal ponto de se verem impedidas de se relacionarem com quem elas desejam, de brincar livremente, de fazer a tarefa na escola em grupo, causando queda considerável no rendimento escolar, porque os mais” fortes e intolerantes” lhe impõem tal sofrimento.

Equipe Filhoe&Cia

Por Marcela França

 
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