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Segunda-feira, 25/09/2017
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Crianças de 7 a 12 anos

As melhores dicas reunidas, desde a fase dos "porquês" até a pré-adolescência.

Bullying “O papel da família”

É importante que a família saiba lidar com este problema observando sinais típicos como: perda de apetite, insônia, tendência ao isolamento, crise de choro e queda no desempenho escolar.

Especialistas dizem, que quanto mais cedo se diagnosticar o problema, menores são os danos causados por ele.

Os pais são os responsáveis em impor limites e regras aos filhos. E o que os pais não devem esquecer é que a escola foi criada para formação, e não para a educação da criança, comenta a Psiquiatra e Psicoterapeuta da USP Dra. Evelyn Kuczynski.

Ela diz que a mudança mais importante na sociedade hoje é atribuída à terceirização da criação dos filhos. E que as famílias de hoje tem muitas dificuldades em conciliar carreira, estudo e se manter no mercado de trabalho, e desse distanciamento entre às famílias, surge a falta de algo primordial, o “diálogo”.

A Psiquiatra fala sobre a Saga Harry Porter, que aqui no Brasil em apenas um fim de semana levou aos cinemas 1.300 mil expectadores, em sua maioria jovens e adolescentes. O filme conta a história de um menino órfão, que por toda infância foi vítima de bullying , ao completar onze anos, Porter descobre que é um bruxo e desde então procura se vingar de seus agressores.

Isso nos traz um alerta, em relação ao que os filhos tem visto e em que atitudes eles tem se embasado, o que tem gerado comportamentos inadequados nos jovens e adolescentes de hoje?

O Psiquiatra Paulo Santos, fala que garotos impulsivos geralmente foram crianças que não toleraram dores, foram rapidamente e excessivamente gratificadas.

A ausência excessiva dos pais do ambiente familiar e a gravidez indesejada são fatores que comumente forçam os pais a tentar suprir a sua ausência com consentimentos incoerente com a idade da criança.

O pensamento é o seguinte: “ Eu já fico tanto longe dele que quando estou perto dele quero fazer tudo por ele “, ou “ Ele não pode saber que eu o quis abortá-lo, ou “Ele vive longe do pai”, agora faço tudo por ele para aliviar a minha culpa de ter pensado ou feito aquilo.”

Outro sério problema é a  gratificação desnecessária, que preserva na  criança modos de relações que somente no comando e no domínio se pode ser ou estar feliz.

Falar com as crianças não significa apenas dizer a elas calmamente o que precisa ser dito mas falar o que ela vive: ciúmes, raiva, ódio, rivalidade, medo, amor, vingança, competição, etc.

As crianças nem sempre sabem dizer o que sente.  Conhecer o que sente é a base para relações mais produtivas e uma vida feliz.

“Não há local, idade ou época específica para o Bullying; essa violência pode ser sutil ou bem evidente; pode ser em casa, na escola, no trabalho, ou na  igreja, demandando de nós expansão de nossa capacidade perceptiva e habilidade com as palavras na lida com a luta pela vida.” diz o Psiquiatra e Psicanalista Paulo Santos

Equipe Filhos&Cia

Por Marcela França

 
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