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Quarta-feira, 20/09/2017
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Crianças de 2 a 6 anos

As melhores dicas de desenvolvimento, saúde, educação, comportamento e entretenimento para os pequenos.

A educação para segurança em locais públicos

São inúmeros os locais públicos freqüentados pelas crianças e jovens, especialmente em situações de lazer.

Os shopping centers, parques infantis, cinemas, teatros, estádios esportivos são locais onde se busca alegria e diversão para as crianças. Porém eles também são lugares onde podem ocorrer acidentes ou problemas, mas que quase sempre podem ser prevenidos. É responsabilidade dos adultos tomar todas as providências para evitar que tais fatos ocorram. E, mais ainda, para educar as crianças a se preocuparem com sua própria segurança nesses locais.

As recomendações que se seguem são abrangentes e precisam ser adaptadas, nas situações específicas.

A primeira regra a ser seguida, nunca é demais repetir, é a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria: “Fique por perto!” Em qualquer local, situação ou circunstância, jamais deixe sua criança sozinha. Nem mesmo por alguns instantes! Mantenha-a sempre sob observação constante, mesmo que à distância.

Ao chegar ao local, observe o ambiente, procurando identificar antecipadamente os possíveis riscos e locais ou brinquedos perigosos. Procure fazer desta atitude um hábito, tendo sempre um “plano” preparado para as possíveis emergências. Mas sem “neurose”, lembrando-se que o objetivo desta atitude é de garantir que nada vai atrapalhar a diversão.

Tente identificar as saídas do local, estabelecendo “rotas de fuga”, em caso de necessidade. É bom verificar como funcionam as portas de saída, e se elas estão destrancadas e desobstruídas.

De acordo com a idade e capacidade de compreensão da criança, ensine-a a fazer isso por conta própria. É muito bom que ela seja educada para fazer desta preocupação um hábito saudável.

Outro item muito importante é verificar as condições de conservação dos brinquedos, se estão bem mantidos ou se há sinais de abandono ou manutenção inadequada, o que pode aumentar muito os riscos de um acidente. Ou ainda as condições de cadeiras e arquibancadas, no caso de estádios.

A criança deve estar vestida com roupas coloridas bem visíveis e se o local for grande, com uma pulseira contendo dados de identificação, como nome dos responsáveis, endereço e telefone para contato. Quando possível, dependendo da idade da criança, é bom combinar um ponto de encontro como referência no caso de alguém se perder. Acontece até com os adultos…

Jamais se deve confiar uma criança aos cuidados de estranhos, nem por breves momentos. Mesmo se for alguém que já é conhecido “de vista” de outras oportunidades.

No caso de parques, uma recomendação óbvia é permitir que sua criança utilize apenas os brinquedos adequados para a sua idade. Se não houver indicação do próprio parque, procure se informar com funcionários do local, ou com seu pediatra. Na dúvida, não permita o uso até ter certeza da segurança.

Para despertar a consciência da criança e facilitar seu entendimento, é bom mostrar os perigos e explicar a ela os riscos. Por exemplo, o risco de acidente para quem passa próximo a um balanço em movimento. Para os jovens, a importância de se vestir de forma discreta, evitando roupas e acessórios caros, mesmo para quem tem possibilidade de tê-los. Evitar a ostentação pode ser uma boa forma de manter a própria segurança.

O desafio é descobrir os perigos escondidos e como evitá-los. Sem estragar os prazeres de um momento de lazer. Agindo assim, adultos e crianças terão, com certeza, um bom passeio e boa diversão!

Ruy do Amaral Pupo Filho
Pediatra, Sanitarista e Escritor

 
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