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Crianças de 2 a 6 anos

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Respeite seu filho – A auto-estima

Para uma criança, apenas ser amado não basta. Este é um ponto de partida para que ela tenha uma visão positiva de si mesma. Que ela se sinta como uma pessoa importante, boa, competente e querida. Alguém com quem os adultos se importam, alguém que faz diferença no mundo. Uma pessoa que tem méritos e qualidades que são reconhecidas pelos demais.

 Este é o sentimento a que denominamos “auto-estima”.  Ter uma boa e forte auto-estima é uma das grandes chaves para uma criança crescer como um bom ser humano. Seja ele jovem, adulto ou velho.

 O amor é a principal ferramenta que usamos para construir a auto-estima. Esta por sua vez constitui o alicerce de uma personalidade boa e estruturada.

 E como fazer para dar uma boa auto-estima a uma criança?

Primeiro, tomando muito cuidado com as críticas, que por vezes acabam humilhando a criança. Como elas estão aprendendo e se desenvolvendo, é natural que tenham dificuldades para realizar muitas tarefas. A crítica, quando cabível, deve ser feita com tato e sensibilidade.

O outro aspecto é ressaltar o lado positivo, fazendo elogios sinceros e verdadeiros. Sempre dizendo à criança o quanto ela é bonita, e capaz de fazer muitas coisas.

Um exemplo: se ao se alimentar, por acidente, uma criança derruba um copo cheio, por mais irritação que isso possa causar, controle-se, e nunca diga “você é mesmo um desastrado!”. Melhor dizer, com calma, “tudo bem, você já sabe muitas coisas, e está aprendendo a se servir, não se preocupe, vamos limpar isto.”

Os rótulos negativos “grudam” nas crianças com muita força, e eles próprios tem dificuldades mais tarde para se desfazerem deles. Portanto, nada de “você é mesmo um preguiçoso” ou “um mentiroso”, etc. Mostre por que é necessário que se realize as tarefas ou que se diga a verdade, sem recorrer à crítica que rotula e humilha.

Quando der uma tarefa para uma criança, esteja certo de que ela é capaz de realizá-la. Ela se sentirá muito orgulhosa ao cumpri-la direito. Mas se for algo que ultrapassa sua capacidade, esteja pronto para ajudar e estimular, para que ela consiga superar a barreira. Mas não a faça no lugar dele.

Além de serem amadas, as pessoas querem ser reconhecidas como capazes, úteis e importantes.

Ruy do Amaral Pupo Filho
Pediatra, Sanitarista e Escritor

 
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